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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

DICAS PARA DESINCHAR A BARRIGA










1.     Mastigue devagar os alimentos.(evita dilatar o estômago)


3.     Beba muito líquido durante o dia. De preferência água e chás .


5.     Tire as coisas que te dê gases como(refrigerantes, feijão, frituras, pão, queijo, carne vermelha, embutidos como linguiça, presunto, salame e salsicha. Comida industrializada.

Invista nas fibras e nos alimentos naturalmente diuréticos.(chá verde ). Não beba durante as refeições .Faça no mínimo 40 minutos de atividade física por dia .


Fibras

ALIMENTOS RICOS EM FIBRAS
 
 
  • Farelos integrais, cereais integrais, grãos (trigo, aveia, milho), produtos integrais em geral, frutas e suco de frutas e verduras cruas e cozidas.
EVITANDO QUE O INTESTINO FIQUE PRESO
Mantenha um horário para ir ao banheiro;

Tome café-da-manhã rico em fibras (granola, aveia, cereais);

Realizar as refeições em horários regulares; -aumentar ingestão de fibras;

Tome 2 litros ou mais de líquidos por dia;

Praticar exercícios físicos (aeróbicos-corrida,natação,andar de bicicleta etc..) .

Se o seu intestino não estiver funcionando normalmente não terá como perder peso .Seu organismo estará acumulando mais gordura na parede interna do seu intestino e com isso você ficará mais inchada ,e com isso aumentará o seu peso .

 

CONSTIPAÇÃO INTESTINAL ou PRISÃO DE VENTRE






A constipação intestinal ou prisão de ventre é uma doença provocada principalmente pelo consumo insuficiente de fibras, porém, outros aspectos também são importantes para manter o bom funcionamento intestinal, evitando essa e outras doenças de origem gastrointestinal.

O bom funcionamento do intestino depende de três elementos inseparáveis. São eles: a ingestão regular de água, o consumo de alimentos ricos em fibras e a prática de atividade física.

A regularidade da atividade intestinal só é adequada quando estes três fatores são atendidos.

As fibras auxiliam na formação e no transito do bolo fecal e, em parceria com a quantidade de água ingerida e a atividade física, são responsáveis por estimular a atividade muscular intestinal.

A forte tendência de consumo de alimentos industrializados pode agravar ou prejudicar o consumo diário de fibras. Os alimentos industrializados são, em sua grande maioria, excessivamente processados.

O processamento acaba retirando alguns nutrientes do alimento, sendo a fibra um deles. Observe a rotugem nutricional que especifica a quantidade de fibras disponível nos alimentos selecionados para o seu consumo.

As frutas, os legumes e as verduras, por exemplo: mamão, tamarindo, laranja, ameixa, manga, folhas em geral são alimentos in natura e ótimas fontes de fibras e micronutrientes, além de baixa densidade energética. Os cereais integrais como arroz integral, pão integral, centeio, aveia, semente de linhaça, farelo de aveia e trigo, dentre outros, também são ótimas alternativas para aumentar a quantidade de fibras ingeridas.




segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Gordura



Descoberto novo tipo de gordura boa, a gordura bege


A cor da gordura
Também chamada de "gordura boa", a gordura marrom encontrada no corpo humano agora tem uma companheira - a gordura bege.
É o que garante um novo estudo no qual os pesquisadores pela primeira vez caracterizaram plenamente esse tipo de tecido que, ao contrário do que possa parecer, combate a obesidade e tem importante papel no sistema imunológico.
As descobertas podem levar a formas mais específicas para enfrentar a obesidade e o diabetes, eventualmente por meio do incremento dessas células de gordura bege, dizem os pesquisadores.
Tipos de células de gordura
O estudo parece indicar que existem células gorduras de diversos tipos e diversas funções, eventualmente com alterações de funções.
"Nós identificamos um terceiro tipo de célula de gordura," explica Bruce Spiegelman, da Escola de Medicina de Harvard (EUA). "Há a gordura branca, a gordura marrom, e agora a gordura bege. Este terceiro tipo de gordura bege está presente na maioria ou em todos os seres humanos."
Na verdade, sempre se pensou que a gordura marrom existisse apenas em bebês, servindo para mantê-los aquecidos.
Mas dados de imageamento médico mais recentes - e mais precisos - mostram que os adultos também mantêm um pouco dessa gordura saudável.
Origem da gordura marrom
Mas a equipe de Spiegelman já havia mostrado anteriormente que a gordura marrom queimadora de energia, encontrada no meio da gordura branca armazenadora de energia em adultos, não era exatamente a gordura marrom clássica que se vê em bebês.
A gordura marrom dos bebês vem dos músculos, enquanto nos adultos as células de gordura marrom surgem do "escurecimento" da gordura branca.
No novo estudo, a equipe de Spiegelman clonou células bege retiradas do tecido adiposo de camundongos para estudar a sua atividade em nível genético.
Os perfis de expressão mostraram que, geneticamente, as células bege estão em um ponto entre a gordura branca e a gordura marrom.
Inicialmente, elas têm baixos níveis de UCP1 (proteína desacopladora 1), um ingrediente chave para a queima de energia e geração de calor, níveis semelhantes aos da gordura branca.
Mas as células bege também têm uma notável capacidade de incrementar sua expressão de UCP1, iniciando um programa de queima de energia que é equivalente àquele da gordura marrom clássica, a dos bebês.
Irisina
A equipe também descobriu que as células bege respondem a um hormônio conhecido como irisina, para ativar o programa de queima de energia.
Isso é particularmente notável porque a irisina é liberada pelos músculos mediante exercícios físicos, e é responsável por alguns dos benefícios que a atividade física traz.
Ou seja, a irisina pode ser o tratamento há muito procurado para aumentar a queima de células de gordura.
Além do potencial terapêutico, as novas descobertas podem levar a novas e melhores maneiras para caracterizar as significativas diferenças entre as pessoas quanto ao número de células bege que cada uma possui, diz o Dr. Spiegelman.

Banana Verde

Brasileira cria macarrão com farinha de banana verde sem glúten


Farinha de banana verde


Para dar uma pitada de sabor e saúde  à vida dos celíacos, pesquisadoras da Universidade de Brasília criaram uma receita inédita de macarrão sem glúten.
Para isso, elas substituíram a farinha de trigo por farinha de banana verde.
O produto custa três vezes menos do que o macarrão para celíacos vendido nos supermercados e pode ser fabricado em casa.
Além disso, pode ser consumido por toda a população, é mais nutritivo e tem menor valor calórico.
A pesquisa mereceu destaque na edição desta semana da revista científica Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics.
Macarrão sem glúten
Renata Zandonadi começou sua receita de macarrão para celíacos preparando a polpa de banana verde, que foi cozida, triturada e desidratada para gerar a farinha.
Foram testadas três receitas: macarrão de farinha de banana verde puro, o ingrediente associado à farinha de arroz, e outra receita com a farinha de banana associada à fécula de batata.
As três tentativas tiveram sucesso.
O macarrão, do tipo fettucine, com farinha de banana verde apresentou uma redução de lipídios de 98%, mais fibras e uma redução de 8,5% do valor energético total, se comparado ao macarrão integral vendido em supermercado.
Além disso, a banana verde possui amido resistente, uma substância que auxilia na redução de colesterol, promove mais saciedade e regulação do índice glicêmico. "É rico em fibras, vitaminas e minerais. Houve uma melhora nutricional e, principalmente, redução de gordura", diz Renata.
Aproveitamento das bananas verdes
A receita foi avaliada por 25 celíacos e 50 pessoas não portadoras da doença. O grupo não percebeu diferenças na aparência, aroma, sabor, textura e qualidade do produto em relação ao macarrão tradicional.
O trabalho está em processo de patenteamento para ser colocado no mercado.
O estudo de Renata também ajudará a aproveitar uma parte da colheita de banana que hoje é desperdiçada.
Durante o processo de colheita e comercialização, os cachos apresentam vários níveis de maturação e as bananas verdes vão para o lixo. Cerca de 60% da produção é descartada em algumas regiões.
Doença celíaca
A doença celíaca caracteriza-se por uma intolerância permanente ao consumo do glúten, proteína presente em alimentos como farinha de trigo, aveia, cevada e centeio.
Mas os produtos sem glúten são caros. Um pacote de 500g de macarrão de arroz ou fécula de batata custa entre R$ 4 e R$ 20.
Já 100g do macarrão com farinha de banana criado por Renta, custou R$ 0,52.
"Temos uma grande necessidade de ter dietas e produtos alternativos para os celíacos. Só 47% deles conseguem aderir à dieta. A grande queixa é a pouca opção de alimentos", disse Lenora Gandolfe, membro da equipe.


Fonte: www.unb.br

Tomate

Por que tomates vistosos não são saborosos?


Sabor de papelão
 
Parece haver um efeito mutuamente excludente entre a aparência e o sabor do tomate.
Uma equipe internacional de pesquisadores identificou alterações moleculares responsáveis pelo amadurecimento uniforme característico da maioria dos tomates à venda em supermercados e feiras.
Essas alterações fazem com que os tomates amadureçam no tempo certo para os vendedores, ganhando em aparência e aumentando as vendas.
Mas o amadurecimento uniforme também implica em redução no sabor do fruto, que acaba com "gosto de papelão".

Gene do amadurecimento

Em um artigo publicado na revista científica Science, uma equipe dos EUA, Espanha e Argentina descobriu que o gene responsável pelo amadurecimento do tomate codifica um fator de transcrição denominado GLK2.
Esse fator, uma proteína que regula outros genes, aumenta a capacidade  de o fruto fazer fotossíntese, ajudando na produção de açúcares e de licopeno, substância carotenoide que produz a cor avermelhada.
Ao longo dos anos, os produtores têm selecionado variedades de tomate que produzem a uniformidade de cor.
O problema é que a mutação responsável pelo amadurecimento uniforme desativa o gene GLK2.
Cloroplastos
Com o gene GLK2 desativado, o tomate fica bonito e igualmente colorido, mas com uma quantidade menor de cloroplastos, que contêm a clorofila responsável por transformar energia solar em açúcar.
Com a perda nos cloroplastos, cai também a produção de ingredientes fundamentais para o sabor do fruto.
Os cientistas recomendam que, para tentar recapturar as características de qualidade excluídas pela manutenção da aparência dos tomates, sejam buscadas novas variedades por meio da manipulação dos níveis de GLK.

Fonte: Agência Fapesp

Anvisa

Anvisa divulga suplementos alimentares com riscos à saúde

Fonte:http://portal.anvisa.gov.br


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) emitiu um alerta sobre o consumo de alguns suplementos alimentares.

Segundo a agência, produtos como Jack3D, Oxy Elite Pro, Lipo-6 Black, entre outros, podem causar graves danos à saúde  das pessoas.
De acordo com o alerta da Agência, alguns desses suplementos contêm ingredientes que não são seguros para o consumo como alimentos ou contêm substâncias com propriedades terapêuticas, que não podem ser consumidas sem acompanhamento médico.
Os danos à saúde podem incluir efeitos tóxicos, em especial no fígado, disfunções metabólicas, danos cardiovasculares, alterações do sistema nervoso e, em alguns casos, levar até a morte.

Suplementos importados

A regulamentação sanitária brasileira permite que pessoas físicas importem suplementos alimentares para consumo próprio, mesmo que esses produtos não estejam regularizados na Anvisa.
Mas eles não podem ser vendidos no comércio.
Alimentos apresentados em formatos farmacêuticos (cápsulas, tabletes ou outros formatos destinados a serem ingeridos em dose) só podem ser comercializados depois de avaliados quanto à segurança de uso, quando se considera eventuais efeitos adversos.
Isso inclui um registro específico junto à Anvisa.
Segundo o diretor da Anvisa, produtos conhecidos popularmente como suplementos alimentares não podem alegar propriedades ou indicações terapêuticas.
"Propagandas e rótulos que indicam alimentos para prevenção ou tratamento  de doenças ou sintomas, emagrecimento, redução de gordura, ganho de massa muscular, aceleração do metabolismo ou melhora do desempenho sexual são ilegais e podem conter substâncias não seguras para o consumo", alerta Álvares.

Dicas para identificar suplementos que não estão regularizados no Brasil
- Promessas milagrosas e de ação rápida, como "Perca 5 kg em 1 semana!";
- Indicações de propriedades ou benefícios  cosméticos, como redução de rugas, de celulite, melhora da pele etc.
- Indicações terapêuticas ou medicamentosas, como cura de doenças, tratamento de diabetes, artrites, emagrecimento, etc.
- Uso de imagens e ou expressões que façam referência a hormônios e outras substâncias farmacológicas;
- Produtos rotulados exclusivamente em língua estrangeira;
- Uso de fotos de pessoas hiper-musculosas ou que façam alusão à perda de peso;
- Uso de panfletos e folderes para divulgar as alegações do produto como estratégia para burlar a fiscalização;
- Comercializados em sites sem identificação da empresa fabricante, distribuidora, endereço, CNPJ ou serviço de atendimento ao consumidor.

Recomendações aos consumidores
Se você usa ou tem intenção de usar "suplementos alimentares", a Anvisa recomenda:
- Solicite auxílio de seu nutricionista ou médico para a identificação de produtos seguros e regularizados junto à Anvisa;
- Desconfie se o produto for "bom demais para ser verdade"! Ter um corpo definido e emagrecer nem sempre é rápido ou fácil, principalmente de forma saudável;
- Consumidores que adquiriram produtos que contém DMAA na composição devem buscar orientação junto à autoridade sanitária local sobre a destinação adequada dos mesmos;
- Mais informações podem ser obtidas junto à Central de Atendimento da Anvisa:
0800 642 9782