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sábado, 18 de maio de 2013

Como escolher um Iogurte

Mesma marca, diversos produtos: saiba como ter senso crítico ao escolher um iogurte.

supermercado3
supermercado3
Quando você chega ao supermercado, como escolhe os produtos que vai levar para a sua casa?
O melhor preço, a melhor embalagem, o sabor mais atraente… São diversos os meios que as empresas utilizam para atrair o consumidor. Só assim aquele cookie com gotas de chocolate ou aquela nova pizza 5 queijos pula pra dentro do carrinho sem hesitar, mesmo que você esteja na famosa dieta que antecede o verão!


Por isso, como nutricionistas, nosso papel é ir ajudando aos poucos a formar o senso crítico das pessoas em suas escolhas. Queremos que, ao avistar uma prateleira com TANTA variedade, você saiba dar aquela olhadela no rótulo pra escolher a opção mais saudável.
Dentro de uma mesma marca, encontramos diversos sabores e apresentações. Então como escolher qual é o que melhor se adapta à sua alimentação? Olhando o rótulo!
Por isso vamos comparar 3 rótulos de iogurtes da mesma marca, enfatizando suas semelhanças e diferenças. Let’s go:
*As versões “Grãos de Aveia” e “Morango” são elaboradas a partir de iogurte integral.
  • Certamente a melhor opção para quem está controlando o peso é o iogurte natural desnatado. Ele possui menor quantidade de calorias e de gorduras.
  • Perceba que a quantidade de gorduras totais é muito maior no iogurte integral, grãos de aveia e morango, chegando a 5,7g sendo que no desnatado é de 0,9g.
  • A gordura saturada, que é prejudicial ao coração, também é maior nas versões integrais, chegando a 3,4g no sabor “Grãos de Aveia”, sendo que no desnatado é de 0,5g.
  • Ponto positivo por nenhuma versão apresentar gordura trans.
  • Ponto negativo por não apresentarem fibras. Nem mesmo a versão com grãos de aveia e com pedaços de frutas, conforme informa o rótulo. Onde as fibras foram parar?
  • A quantidade de cálcio no iogurte desnatado é maior que nas outras versões. Geralmente as pessoas pensam que seria maior no iogurte integral ou leite integral…
  • Lembramos que você SEMPRE deve observar bem qual a porção que a tabela nutricional está representando e quais os ingredientes que compõem o produto.
 
 
Dica:
 
Uma dica para aumentar a quantidade de fibras, seria picar uma fruta (como uma maçã, por exemplo) e misturar junto com o iogurte desnatado. Caso ache amargo coloque um pouquinho de  canela para completar. Fica uma delícia!
E agora, se sente mais preparado para enfrentar a listinha de compras no setor dos iogurtes?
 
 
Fonte:http:www.fechandoziper.com
 

Iogurte Grego

Afinal, o que tem de tão especial no Iogurte Grego?

tradicional x grego capa

tradicional x grego capa

Você já reparou que DO NADA o tal de Iogurte Grego tomou conta das prateleiras do supermercado?
As marcas Vigor e Nestlé lançaram quase que simultaneamente esse produto, numa espécie de guerra entre os iogurtes!

O IOGURTE GREGO é feito de forma semelhante ao tradicional, mas com um processo adicional de filtragem com um pano ou um saco de papel para remover o soro. Isso dá ao iogurte grego uma consistência mais firme, parecida entre a consistência de um iogurte e de um queijo.
Mas afinal, o que será que ele tem de tão especial? A composição nutricional é semelhante a de um iogurte normal?
Vamos comparar dois iogurtes da mesma marca: uma versão de Iogurte Integral Sabor Mel versus o Iogurte Grego Sabor Tradicional:

*Os iogurtes são comercializados em unidades de venda diferentes. A versão sabor mel é o dobro (200g) que o iogurte grego, mas padronizamos os valores da tabela expressos em 100g para que fosse possível a comparação.
  • Podemos perceber que o iogurte grego possui mais CALORIAS…se você está de dieta, fique de olho.
  • A versão grega também possui mais PROTEÍNAS. Ponto positivo!
  • Infelizmente olhe a quantidade de GORDURAS TOTAIS da versão grega: 7,5g comparados às 3,1g da versão integral sabor mel. Isso é mais que uma sobremesa de chocolate, tipo Chandelle, sabia?
  • A quantidade de gorduras saturadas também é super alta no iogurte grego: 5,1g.
  • Ao contrário do que alguns críticos andam comentando, tivemos uma boa notícia ao ver que o CÁLCIO na versão grega dessa marca é 2x maior que o iogurte normal.
  • Os valores de carboidratos e de sódio são bem semelhantes.

Temos que chamar a atenção também com relação à composição desse iogurte. Eles estão utilizando leite desnatado, mas adicionam creme de leite. Ou seja, adicionam gordura!
Os ingredientes “concentrado protéico de leite” e “estabilizante gelatina” que estão sendo utilizados na produção desses iogurtes, mostram que ele não é o verdadeiro iogurte grego, mas sim, um iogurte com jeitinho grego de ser.
Claro que o iogurte grego é bem gostoso, afinal a consistência agrada ao paladar, além de apresentar versões com frutas e cereais. Mas fique sempre bem atento aos rótulos dos alimentos que você consome!
 
 

Obesidade

 

 
 
 
De nascença, as únicas coisas que podem tornar alguém propenso à obesidade são a presença de maior número de células adiposas no corpo e o sexo. Isso porque é nas células adiposas que ficam depositadas as gorduras que comemos (quem as tem em maior quantidade acumula mais gordura) e porque a mulher tende a engordar mais que o homem (o homem, quando se exercita ou, mesmo, em repouso, consome mais calorias que a mulher). Fora isso, inúmeros outros fatores agregam-se para atuar relativamente ao acúmulo de gordura no corpo.
 
Geneticamente falando, mesmo sendo provado que em 70% dos casos de obesidade as pessoas têm pai ou mãe obesos, principalmente a mãe, não existe, propriamente, um “gene da gordura”. Já a forma como fomos tratados na infância, a educação alimentar que recebemos, a formação da nossa auto-estima, assim como a identificação com pai ou mãe obesos constituem fatores psicológicos que podem fortalecer a propensão à obesidade. A comida é apenas um entre os diversos fatores envolvidos na obesidade e dietas de restrição alimentar sozinhas não funcionam para emagrecer. Contudo, a proporção correta de proteínas, carboidratos e gorduras é fundamental para a boa saúde.
 
A boa alimentação deve conter pouca gordura (cerca de 20% de calorias), ser moderada em proteínas e carboidratos complexos, e rica em fibras, vitaminas e minerais. O estresse, assim como a tensão e a ansiedade, podem provocar compulsão por doces, massas e todo tipo de carboidratos. Um conselho para enfrentar esse problema é relaxar antes de qualquer refeição, nem que seja por alguns segundos, pois isso ajuda o corpo a absorver os alimentos de um modo mais equilibrado e saudável. A falta de atividade física regular também interfere no aumento de peso, pois exercícios queimam calorias e evitam que os excessos fiquem estocados sob a forma de gordura. Algumas das atividades físicas mais recomendáveis são andar, a pé ou de bicicleta, nadar, dançar, brincar com crianças, pular corda, fazer jardinagem, praticar esportes ou artes marciais.
 
A ginástica, isoladamente, não faz emagrecer, mas responde pela firmeza dos músculos, deixando o corpo mais saudável e resistente. Para controlar ou combater a obesidade é importante prestar atenção a todos esses fatores; porém, existe um fator que os antecede e que poucas pessoas conhecem, que é a imagem mental que temos do nosso corpo. Isso fundamenta-se no princípio de que tudo o que se manifesta fisicamente existiu, antes, como idéia, até mesmo o nosso corpo.
 
O nosso corpo é moldado a partir de um protótipo mental. Ele se torna o que fazemos dele mentalmente, pois os processos cerebrais reguladores de todas as funções corporais podem ser alterados pelo cérebro. Logo, moldando-se na mente uma imagem corporal de pessoa magra, a tendência é o corpo emagrecer e manifestar a forma magra de dentro para fora, adaptando-se ao protótipo mental. E o principal: sem muito esforço e de forma duradoura. Considere esta idéia: exercícios mentais, atuando concretamente sobre os processos reguladores do cérebro, podem ser o complemento que vai fazer a diferença no seu programa de atividade física e/ou dieta alimentar.

Tipos de Sementes

 Os tipos de semente e o processo de demolhagem
 
por Flávio Passos

 
Sementes são reservatórios da vida. Da mesma forma como repousa no sémen um ser humano, em uma semente adormece uma árvore, um arbusto, uma gramínea. Cada variedade conserva em si a matriz vital completa de uma determinada planta: seu código genético, sua essência e sua vitalidade. Em cada semente está toda a aposta de continuidade de uma determinada espécie, e nela a planta deposita o que de melhor ela puder.

Há muito o homem aprendeu a plantar e colher as sementes e a desfrutar de suas propriedades nutritivas e medicinais – são inúmeras as sementes comestíveis que a Natureza deste planeta oferece. Entretanto, quando estudamos minuciosamente os mecanismos necessários para se preservar e extrair o melhor de cada semente, percebemos que a falta de conhecimento generalizado faz com que haja um grande desperdício do potencial alimentício das sementes, principalmente em função da escolha de métodos equivocados de preparo destas.

Para melhor compreender como usufruir adequadamente do melhor que cada semente tem a oferecer, vamos primeiro dividir as mesmas em categorias:

  1. Sementes Oleaginosas (que oferecem predominancia de elementos oleosos em sua composição).
    Ex: semente de girassol, gergelim, linhaça, amêndoas, nozes, cacau, etc.

  2. Sementes Amiláceas (que oferecem predominância de amido em sua composição).
    Ex: Arroz, quinua, aveia, cevada, trigo, etc.

  3. Sementes Protéicas (que oferecem predominância de aminoácidos em sua composição).
    Ex: Feijões de todos os tipos, ervilhas, lentilhas, soja, etc.

Cada tipo de semente torna-se mais biodisponível quando processada (ou não) de uma determinada maneira. As sementes oleaginosas, por exemplo, são sensíveis ao calor e tem seus benéficos óleos essenciais destruídos quando cozidas ou tostadas. Oleaginosas tostadas, embora muitas vezes sejam saborosas, são fontes de radicais livres, substâncias que desordenam a estrutura molecular do corpo e propiciam o envelhecimento precoce do mesmo. Isto significa que obtemos o melhor das sementes oleaginosas quando as ingerimos “in natura”, ou seja, processadas à frio ou em baixa temperatura.

Já as sementes amiláceas, por sua vez, são muito pouco aproveitadas pelo corpo quando não cozidas. Ocorre que o amido é uma substância que requer a gelatinização de sua estrutura para ser assimilado pelo aparelho digestivo e transformado em energia. O amido não-cozido, embora seja útil para alguns processos digestivos que ocorrem no cólon, não consegue se transformar em energia no intestino delgado, sendo assim minimamente utilizado e dispensado pelas fezes praticamente intacto.

Embora seja importante de maneira geral observar a moderação no consumo de amido e açúcares de qualquer tipo, a energia disponibilizada pelos amidos requer o cozimento do mesmo. Ainda assim, o cozimento dos amidos deve ser sempre realizado dentro de métodos adequados. Ocorre que quando torramos, fritamos ou tostamos o amido, forma-se uma concentração de uma determinada substância denominada acrilamida, uma poderosa neurotoxina que serve como precursora de células cancerígenas(Tareke et al.,2002), além de oferecer outros efeitos colaterais. Por este motivo, recomenda-se que amidos fritos ou assados (pão, biscoitos, etc.) sejam reservados para ocasiões e seu consumo diário seja minimizado. O processo de fervura, porém, cria concentrações irrisórias de acrilamida, sendo portanto este o método ideal para preparar os amiláceos.

O mesmo pode ser dito em relação aos feijões de todos os tipos – quando consumidos crus, o corpo dificilmente tem acesso aos seus nutrientes, e ainda tem que lidar com indesejáveis toxinas, tais como a fito hemaglutinina presente no feijão roxinho dentre outros, que pode causar náuse, vômitos e diarréias. Quando crus, estes feijões apresentam concentrações de entre 20.000 a 70.000 unidades desta toxina, enquanto que cozidar por no mínimo 10 minutos em temperatura superior à 80 graus centígrados reduz esta concentração para entre 200 e 400 unidades. Desta forma, cozinhe seus feijões, ainda que germinados.


Demolhagem

Antes de mais nada, é importante saber que as sementes possuem defesas. A inteligência natural de uma planta conhece bem os perigos e adversidades deste mundo, e trata de imbuir as sementes com cascas rígidas e/ou fitatos/substâncias inibidoras que tem o papel de proteger da melhor maneira possível o conteúdo da semente de bactérias oportunistas que adorariam se alimentar de seu conteúdo.

Quando ingerimos sementes que conservam estas substâncias, os fitatos ou inibidores enzimáticos dificultam o processo digestivo, aumentando o gasto energético necessário para este processo, ou gerando efeitos desagradáveis, tais como flatulências, exaustão das capacidades do pâncreas e outros desconfortos. Outro revés é o fato de que os fitatos funcionam também como bloqueadores de assimilação, ou anti nutrientes, que impedem que o corpo assimile importantes nutrientes como o ferro, zinco, cálcio e outros sais minerais. Estudos indicam que uma dieta com teor elevado de cereais não-preparados com o processo descrito a seguir conduzem à desmineralização e perda de densidade óssea, dentre outros problemas.

Assim sendo, a primeira providência que deve ser tomada quando do preparo de sementes para consumo é a de eliminar ou minimizarestas substâncias protetoras. Felizmente, o processo é simples e prático, e consiste em deixar as sementes de molho em água potável adicionada de vinagre de maçã ou suco de limão ou, ainda, iogurte ou qualquer outro meio de cultura ácida de probióticos.
Esta simples solução ácida penetra no interior da semente e estimula a liberação das substâncias indesejadas, indicando para a semente que é tempo de despertar e eliminar suas defesas. A acidez da solução neutraliza os fitatos e o resultado é que com apenas algumas horas de demolhagem você obtém sementes muito mais adequadas para o processo digestivo.

Embora cada semente tenha seu tempo específico de demolhagem, você pode simplificar este entendimento compreendendo que o ideal é deixar de molho no princípio da noite anterior aquelas sementes que você pretende preparar no dia seguinte. Idealmente, aguardamos 24 horas para o máximo de eliminação das substâncias indesejadas, mas 12 horas já são suficientes para eliminar a maior concentração destas. Escolha um recipiente de louça ou vidro, deposite as sementes, despeje o dobro da medida destas em quantidade de água e adicione uma parte de substância ácida, calculando aproximadamente uma colher de sopa de ácido para uma xícara de água. Ou seja: se você quiser deixar uma xícara de arroz integral de molho, utilize duas xícaras de água potável (mineral ou muito bem filtrada) e duas colheres de sopa do ácido escolhido (vinagre, suco de limão, kefir, etc.). Sempre descarte a água na qual as sementes ficaram de molho, pois nela estão contidas as substâncias que desejamos eliminar.

Posso apenas demolhar com água? Sim, e já faz alguma diferença, embora estudos realizados (testando trigo, centeio e aveia) demonstrem que o processo de demolhagem com água neutraliza entre 46 e 77% do ácido fítico, enquanto que demolhar em solução ácida elimina entre 84 e 99% destas substâncias, além de eliminar também fungos e bactérias indesejáveis presentes no exterior das sementes. Desta forma, prefira sempre utilizar a solução ácida.

Como benefício adicional, as vitaminas do complexo B contidas em algumas destas sementes, especialmente nos cereais, aumentam em concentração e biodisponiblidade através deste simples processo. Fácil e altamente benéfica, a demolhagem não é uma idéia nova — foi praticada por praticamente todas as culturas pré-industrialização. Inclua esta tradicional sabedoria em seu cotidiano e colha os benefícios de uma digestão mais leve e confortável, além de nutrição superior.

Embora o ideal seja sempre iniciar qualquer preparo a partir do grão, vale a observação de que o processo de demolhagem em solução ácida também beneficia os farináceos. Deixe de molho a sua farinha de trigo integral para melhorar e muito a qualidade do pão, por exemplo.

Leite de soja e tofu, assim como o grão da soja cozido, a farinha de soja e alimentos “enriquecidos” com soja são fontes de altíssima concentração de fitatos e devem ser evitados, especialmente por crianças, grávidas e lactantes, bem como aqueles com deficiências em minerais. Definitivamente existem opções de alimentos mais adequados para o homem do que os derivados de soja.

Também é importante ressaltar que duas castanhas em particular não são dotadas destas substâncias indesejáveis, pois são protegidas de outra maneira: através de cascas impenetráveis. É o caso da Castanha do Brasil (ou do Pará) e da Macadâmia. Estas duas sementes dispensam o processo de demolhagem.

Germinação


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
É possível, no caso de algumas sementes como os feijões, alguns cereais e algumas oleaginosas, ir além no processo de demolhagem e facilitar o processo de germinação da semente. Detalharei esta possibilidade, que em vários casos oferece benefícios adicionais exclusivos, no próximo artigo.

Fonte:http://www.puravida.com.br

 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Horti Fruti Brasil Show






Programação
Dia 16/05/2013 - Quinta-Feira

9h
Credenciamento
9h30min
Conferência de Abertura: Vida Saudável e Alimentos Saudáveis - DR. DRAUZIO VARELLA
11h
ABERTURA OFICIAL

SALA 1


14h às
15h




15h às
16h




16h às
17h
Encontro Técnico da Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento - ABRACEN

Palestra: A regulamentação das atividades de movimentação de mercadorias, o trabalho avulso e os desafios de sua implantação nas centrais de abastecimento.
Palestrante: Raimundo Firmino dos Santos – Advogado e Presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias em Geral
Moderador: Leonardo Brandão – Presidente da CEASA/RJ

Palestra: Controle de vetores e pragas urbanas sob a ótica de uma central de abastecimento
Palestrante: Dorival Rodrigues – Médico Veterinário e sócio proprietária da empresa Atual Controle de Pragas Ltda
Moderador: Gerson Madruga–Diretor Técnico da CEASA/RS

Informes Gerais atividades do Grupo de Trabalho da
Portaria Ministerial MAPA – Plano Nacional de
Abastecimento
SALA 2
14h às
15h
Boas Práticas Agrícolas - Apresentação da Metodologia aplicada no Campo
Coordenador: Luiz Guilherme Lemes – Engenheiro Agrônomo SENAR/PR e Maria Izabel Rosa Guimarães – Gestora do Projeto – SEBRAE/PR Agronegócios
SALA 3
14h às
15h15min
Palestra: “Resíduos de agrotóxicos no Brasil: cenário atual e monitoramento”
Felipe Barretto -Mini CV
Oficinas Tecnológicas: (Espaço Emater) - 13h às 15h
Relato sobre Agroecologia na Europa/França
Qualidade da Água na produção
MIP/Controle de doenças nas Olerícolas
(Espaço Sebrae e Ceasa) - 13h às 15h
Segurança alimentar
Design Embalagem
16h
Encerramento das atividades
Dia 17/05/2013 - Sexta-Feira


Auditório
9h às
11h
Painel: Principais Desafios do Setor de Hortigranjeiros

Painelistas:

• Centro Agroalimentar de Bologna
Roberto Piazza - Diretor da Fedagromercati Bologna/Itália

• As Demandas do Mercado Varejista na Itália
Giulio Benvenutti - Consultor da Legacoop Emilia Romagna

• Modernização do Mercado Atacadista – Experiência da CEASA/PR
Luiz Dâmaso Gusi - Presidente da CEASA/PR

• As Demandas do Mercado Varejista no Paraná
Marco Giotto – Eng. Químico Espec. em Tecnologia de Alimentos

• Cooperativismo como Ferramenta de Organização do Setor de Hortigranjeiros
José Roberto Ricken – Superintendente da Ocepar

Moderador: Julio Cezar Agostini – Diretor Técnico do SEBRAE/PR
11h
Intervalo
11h15min
às 12h
Apresentação da Feira Macfrut e das Tecnologias para as Empresas de Hortigranjeiros
Enrico Turoni - Representante Feira Macfrut e Presidente CERMAC
12h
Encerramento do Painel
Auditório
14h às
15h
Palestra: Pequenas só no Tamanho! Melhoramento Genético. Tendência de Mercado.
Palestrante: Prof. Fernando Sala - Univ. Fed. São Carlos
SALA 2
14h
Reunião da Comissão Hortifruticultura
Coordenadora: Elisangeles Baptista de Souza – Eng. Agrônoma FAEP.
SALA 1
15h30 às
17h
Produção Agroecológica Integrada e Sustentável - PAIS
Coordenador: Ludovico Wellmann da Riva – Gestor Nacional da Unidade de
Agronegócio do SEBRAE

Oficinas Tecnológicas: (Espaço Emater) - 13hs às 15hs
Aplicação correta de agrotóxicos - Acerte o Alvo
Processamento de alimentos (sucos)
(Espaço Sebrae e Ceasa) - 13hs às 15hs
Design Rotulagem
Revitalização da fachada Ceasa
16h
Encerramento das atividades

Dia 18/05/2013 - Sábado


Auditório
9h
Palestra: Consolidação do Mercado de Flores nas Ceasas
Palestrante: Ana Rita P. Stênico - Gerente do Departamento de Mercado de Flores - CEASA/CAMPINAS
Moderadora: Maria Izabel Rosa Guimarães – SEBRAE/PR

Auditório
10h15min
Palestra: Desafios para o Setor de Flores: A experiência dos Produtores da Central de Flores na CEASA/DF
Palestrante: Márcia Rosely Jakubowski de Carvalho - Presidente da Central de Flores da CEASA/DF
Moderadora: Maria Izabel Rosa Guimarães – SEBRAE/PR

11h15min
às 12h
Debate
15h
ENCERRAMENTO DO EVENTO



*Programação sujeita a alteração sem aviso prévio
 
 
 
 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Comer em Casa

Comer em casa ainda é mais barato do que comer na rua

 
 

Números recentes da inflação mostram que custo de fazer refeição em casa subiu mais do que o custo de comer o mesmo prato no restaurante.

 
O preço da comida está apertando o bolso do brasileiro. Números recentes da inflação mostram que o custo de fazer uma refeição em casa subiu mais do que o custo de comer o mesmo prato no restaurante. O Fantástico resolveu fazer um teste e convidou duas famílias: uma de São Paulo e outra do Rio.
A família Amorim você já deve conhecer. Em 2009, eles ralaram para aprender a economizar e ficar no azul. A filha mais velha, Ingrid, ficou responsável pelas finanças da família por um mês. Eles toparam participar do novo desafio, comparar item por item de uma refeição para saber: afinal, será que comer em casa aumentou tanto de preço que ficou mais caro do que comer na rua?
Sabe quem vai ajudar os Amorim de novo? Luiz Carlos Ewald, o Senhor Dinheiro, nosso especialista em economia. Ele também vai dar uma mãozinha nos cálculos da Família Dantas, de São Paulo.
No prato dos Amorim, vai ter bife, arroz, feijão e salada. “O tomate está mais barato, né? O pessoal estava xingando o bichinho de tudo que era nome”, diz Monica.
“O preço do tomate variou por causa da chuva, dos temporais, da seca. Então, subiu muito? Não compra. Espera baixar de novo. Por isso, aos poucos, ele vai voltar pros preços da realidade”, explica o Senhor Dinheiro.
Em São Paulo, Norberto está atento aos preços. “Tem uma promoção aqui”, aponta. Ele e a mulher, Inês, vão preparar uma pizza de calabresa. Tudo comprado, é só pôr a mão na massa. Mais dez minutos no forno e a pizza da Inês está no ponto.
Enquanto isso, no Rio, é bom lembrar que a Monica nunca foi lá muito amiga das panelas.
Quatro anos depois da série do Fantástico, muita coisa mudou na vida do Wellington, da Monica, da Ingrid e da Bruna.
“Como vão as contas aí? Sob controle?”, pergunta Ewald.
“Controladas, controladas”, responde Monica.

Deu até pra reformar a casa. “Nós conseguimos fazer tudo isso em pouco tempo depois que começamos a controlar mais as coisas”, diz Wellington.
Todo mundo comendo, que delícia! E aí, Senhor Dinheiro, vamos calcular?
Em São Paulo, Norberto e Inês compraram os seguintes ingredientes: massa (R$ 1,34), cebola (R$ 0,83), azeitona (R$ 4,65), molho de tomate (R$ 0,46), linguiça (R$ 4) e queijo (R$ 3,45). E gastaram ainda mais R$ 0,46 de gás para cozinhar. Para fazer a pizza em casa, o total gasto foi de R$ 15,19.
O cálculo dos gastos da família Amorim é um pouco mais complexo. Por quê? Tiveram que comprar um quilo de arroz e um quilo de feijão. Podiam ter comprado até um pouco mais barato, mas tudo bem. E o que sobrar, vai servir depois para comer. Vamos usar somente as quantidades para o consumo nesse prato. Foram 125 gramas de arroz (R$ 0,32), 122 gramas de feijão (R$ 0,53), quatro bifes de picanha (R$ 9,52), meia alface (R$ 0,85), um tomate (R$ 0,95) e uma cenoura (R$ 1,33). “Fiz também um cálculo aproximado dos temperos, porque 500 ml de azeite dura muito tempo, não gastaram quase nada”, diz Ewald. Também teve bebida e gás. Ao todo, a janta carioca feita em casa custou R$ 19,05.
Agora vem a segunda parte do teste: vamos para a rua.
Os Amorim e o casal Dantas comeram os mesmos pratos que haviam preparado em casa e nas mesmas quantidades. Será que doeu no bolso?
A família Amorim foi num restaurante a quilo. O preço cobrado era de R$ 30,90 por quilo. Eles gastaram R$ 41,84, incluindo dois refrigerantes e um suco. “Isso é mais do que o dobro do que foi gasto dentro de casa”, aponta o Senhor Dinheiro.
A pizza paulista da família Dantas custou perto R$ 15 e, na rua, R$ 27. Mais as bebidas e o serviço, R$ 37,40, duas vezes e meia o preço da pizza.
Mas por que o preço da mesma comida é tão diferente em casa e na rua?
“A pizza em si é mais barata do que na sua casa. Para compor o preço da pizza, a gente tem que incluir uma série de despesas. 40% é a mercadoria, 25% é a parte dos funcionários, e os outros 35% a gente embute água, luz, telefone, os impostos”, explica Alberto Amaro dos Santos, dono de pizzaria.
Comer fora é mais caro, mas também é mais prático. “A família tem que lembrar também que é bom um pouquinho de lazer. Ir no final de semana, comer em um shopping um pouquinho mais caro, não faz mal para ninguém. É para isso que a gente economiza”, destaca o Senhor Dinheiro.
E tem outras vantagens, né, Monica? “Eu ia ter que juntar os pratos e lavar a louça, porque ela vai ficar sorrindo para mim mesmo”, brinca ela.
“Depois desse papo todo, dessa constatação, o que vocês vão fazer agora, vão comer fora ou vão comer aqui?”, pergunta Ewald.
“Hoje é sábado, não dá para ficar em casa não”, responde Monica.
“Eu vou se vocês pagarem para mim”, diz Ewald.

Fonte: http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2013/05/comer-em-casa-ainda-e-mais-barato-do-que-comer-na-rua.html
 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

14 Dicas de Prevenção

Cuidados e alertas que ajudam a prevenir doenças cardiovasculares e contribuem com o bem-estar:

 
  1. Faça, pelo menos uma vez por ano, um check-up;
  2. Não fume e nem use drogas;
  3. Se tiver antecedentes familiares para doenças crônicas, como, por exemplo, Diabetes, Hipertensão e Problemas cardíacos, fique mais atento;
  4. Tenha uma alimentação mais saudável;
  5. Beba água regularmente;
  6. Pratique atividade física orientada;
  7. Mulheres não deixem de ir ao ginecologista regularmente;
  8. Caso tenha dor no peito ou no tórax acima do umbigo vá rapidamente ao hospital mais próximo;
  9. A maioria dos casos de entupimentos das artérias coronárias, que levam ao risco maior de causar infarto, pode ser tratada com angioplastias e Stent, quando necessário;
  10. O tratamento mais efetivo para o Infarto é o desentupimento da artéria coronária, por trombolíticos ou angioplastia, desde que realizado dentro das primeiras duas horas do início do quadro. Tempo é Vida;
  11. Fique atento ao peso;
  12. Evite o stress;
  13. Cheque sua pressão arterial.
  14. Monitore o colesterol;
 
Fonte: http://www.coracaoalerta.com.br