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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Açaí



Nome: Açaí (Euterpe oleracea)

Origem: Região Amazônica

Sazonalidade: Fevereiro a julho

Principais características: O açaí é uma espécie nativa das várzeas da região amazônica de cor roxa, encontrado em cachos na palmeira conhecida como açaizeiro. Para ser consumido, o fruto deve ser primeiramente despolpado em máquina própria ou amassado, manualmente (depois de ficar de molho na água), para que a polpa se solte. Misturada com água, se transforma em um suco grosso.

Utilização (benefícios para o ser humano): A forma tradicional na Amazônia de tomar o açaí é gelado com farinha de mandioca ou tapioca. Há quem prefira fazer um pirão com farinha e comer com peixe assado ou camarão e, ainda, os que preferem o suco com açúcar (ainda assim, bem mais grosso que qualquer suco servido no Sudeste). Nas demais regiões do Brasil, o açaí é preparado da polpa congelada batida com xarope de guaraná, gerando uma pasta parecida com um sorvete. Misturado ocasionalmente a frutas e cereais é conhecido como açaí na tigela e é muito apreciado por frequentadores de academias e desportistas. É rico em fibras, vitamina E, minerais, proteínas e lipídios, que o caracterizam como alimento de alto valor energético. Além disso, apresenta elevado teor de pigmentos antocianinas, que agem no controle do colesterol.

Fonte:http://www.frutosdobrasil.com.br

Pequi





Nome: Pequi (Caryocar brasiliense)

Origem: Cerrado brasileiro

Sazonalidade: Setembro a março

Principais características: O pequi é uma árvore nativa do Cerrado brasileiro, cujo fruto, embora muito utilizado na cozinha nordestina, do Centro-Oeste e Norte de Minas Gerais, é considerado tipicamente goiano. Dele é extraído um azeite denominado azeite de pequi e sua polpa macia e saborosa deve ser consumida com bastante cuidado, uma vez que recobre uma camada de finos espinhos que, se mordidos, podem machucar bastante! O risco deixa de existir se assimilada a fácil técnica de degustação: deve ser comido apenas com as mãos, levado à boca para então ser "raspado" cuidadosamente, com os dentes, até que a parte amarela comece a ficar esbranquiçada.

Utilização (benefícios para o ser humano): O fruto pode ser apreciado de várias formas: cozido, no arroz, no frango, com macarrão, com peixe, com carnes, no leite, na forma de um dos mais apreciados licores de Goiás, além de doces e sorvetes. Sua composição é bastante rica em nutrientes essenciais ao organismo. Tanto a polpa como a amêndoa do pequi possuem ácidos graxos importantes para compor uma dieta saudável. Em ambos, os lipídios são os constituintes predominantes, prevalecendo os ácidos graxos oleico e palmítico, importantes no metabolismo humano. Na polpa, podem ser detectados, ainda, um teor elevado de fibra alimentar e a presença de compostos fenólicos e carotenoides totais, os quais estão associados à prevenção de processos oxidativos, conferindo ao pequi a ação antioxidante. O pequizeiro também possui valor ecológico, cultural, gastronômico, medicinal e econômico.

Sabor: O pequi possui sabor forte e inconfundível aroma.
 

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Onde está a Fruta?

 
 
          
Pesquisa do Idec mostra que apesar de usarem e abusarem de imagens e de outras referências a frutas nas embalagens, os alimentos industrializados não contêm quantidades significativas desse ingrediente. Mas isso não fica claro para o consumidor.

Não é preciso ir ao setor de hortifrúti do supermercado para ver frutas. Elas estão na seção de iogurtes, na de sucos de caixinha e refrescos, entre outras com produtos industrializados, estampando as embalagens. Mas quando se trata do conteúdo, não espere encontrá-las de fato nesses alimentos. Um levantamento realizado pelo Idec com 18 produtos, entre iogurtes, pós para refresco, néctares, gelatinas, sorvetes e isotônicos (veja quais na tabela às páginas 18 e 19), mostra que oito deles não têm nem vestígio de frutas. Os demais apresentam quantidades bem pequenas – na melhor das hipóteses, não passa de 10% do conteúdo, mas há vários deles em que gira em torno de 1%. Apesar disso, em boa parte dos produtos as referências à fruta têm grande destaque: além de imagens reais ou estilizadas, as frases são em letra maior que a das demais informações do rótulo e ocupam grande parte da embalagem, enquanto a lista de ingredientes fica quase escondida. E o pior é que as empresas não informam claramente no rótulo que o alimento não contém fruta e, quando contém, qual o seu percentual em relação ao restante dos ingredientes. “As figuras e frases que fazem alusão à fruta são o grande chamariz do produto, mas não correspondem à sua real composição. E como o consumidor não é adequadamente informado disso, pode ser induzido a erro”, aponta Mariana Ferraz, advogada do Idec responsável pela pesquisa.

MARKETING FRUTÍFERO

Basta uma breve observação do rótulo dos alimentos analisados para perceber que a alusão à fruta é o carro-chefe para promovêlos. Em alguns casos, a imagem ou frase que faz referência à presença de fruta ocupa quase toda a embalagem. No néctar da Maguary, por exemplo, a foto do maracujá ocupa 18 cm dos 19,8 cm da caixinha; e o iogurte Kissy, da Batavo, tem mais da metade (12 cm) dos 20 cm de altura da embalagem ocupados pela imagem de morangos suculentos. Além disso, a maioria dos produtos também destaca o nome da fruta com letras grandes e recursos como o outline (contorno das letras).

Para o médico Carlos Augusto Monteiro, líder do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens), da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP), a intenção dos fabricantes com tal associação é fazer com que seus produtos pareçam mais saudáveis do que realmente são. “As empresas estão ‘pegando carona’ na boa imagem das frutas para vender seus produtos; relacioná-los com elas dá a impressão de que o alimento é fresco, nutritivo, mas na realidade muitos alimentos industrializados são o oposto disso”, afirma. Luciana Pellegrino, presidente da Associação Brasileira de Embalagem (Abre), concorda que a alusão à fruta no rótulo confere uma conotação mais saudável ao produto, mas pondera que o recurso também tem por objetivo facilitar a identificação do sabor do alimento na hora da compra. “Com o uso de cores e da imagem da fruta na embalagem fica mais fácil para o consumidor saber se um suco é de pêssego ou de laranja”, justifica.

Entre os alimentos pesquisados, apenas três não usam imagens de fruta (fresca ou estilizada): os isotônicos Gatorade e Marathon, e a gelatina Dr. Oetker. Mas eles destacam o nome da fruta que dá sabor ao produto, além de usar cores a ela associadas. No caso do Gatorade, por exemplo, a letra que designa a palavra “tangerina” ocupa 5 mm de altura dos 43 mm do rótulo. Não é tão grande, mas é a segunda maior letra do rótulo, perdendo apenas para a usada no nome da marca. Além disso, o termo está em destaque na face principal do rótulo em letras maiúsculas, em negrito e com contorno, sobre fundo de cor laranja.

O Gatorade é um dos oito produtos que não contém fruta em sua composição, como se nota ao olhar a lista de ingredientes. No entanto, não há na embalagem qualquer frase que alerte para isso. O mesmo ocorre no caso do isotônico Marathon, da gelatina Dr. Oetker e do sorvete Kibon. Os demais produtos que não contêm fruta (isotônico Taeq; gelatinas Frutop e Royal; e o sorvete Napolitano da Nestlé) trazem algum tipo de alerta, mas, em geral, a frase está disposta na parte lateral da embalagem, na vertical e em letras miúdas. “A alusão à fruta sempre tem muito mais destaque na embalagem que a advertência de que o alimento não contém esse ingrediente”, critica Mariana Ferraz.

Sabe-se que os outros dez produtos analisados contêm fruta porque a polpa está relacionada entre os ingredientes, mas apenas os refrescos em pó Camp, La Frutta e Tang informam qual o seu percentual: 1%, nos três. Ou seja, quase nada, embora a imagem estampada no rótulo faça parecer que se trata do mais puro suco. Os demais alimentos não indicam no rótulo quanto têm de fruta. Além de esconder essa informação dos consumidores, duas empresas também se recusaram a fornecer esse dado ao Idec: Batavo, fabricante do iogurte Kissy, e Danone, que produz o iogurte Danoninho (esta alegou que se trata de informação confidencial).

De acordo com Carlos Monteiro, a quantidade de polpa nesses produtos é muito pequena para que eles possam oferecer algum dos benefícios intrínsecos às frutas. “A vantagem das frutas é que elas concentram grande quantidade de nutrientes, vitaminas e minerais, e fornecem pouca energia [calorias]. Já os alimentos que fazem alusão a elas não são nada nutritivos, além de terem muito açúcar”, compara.
COMO FOI FEITA A PESQUISA

Analisamos o rótulo de alimentos industrializados com imagens e frases que sugerem a presença de frutas e verificamos se a legislação referente ao tema está sendo cumprida. Foram avaliados 18 produtos, de 15 marcas, entre iogurtes, refrescos em pó, néctares, gelatinas, sorvetes e isotônicos (veja quais são na tabela às páginas 18 e 19).

O levantamento levou em conta se os apelos relacionados a frutas nas embalagens condizem com o conteúdo. Para tanto, comparamos o tamanho das letras usadas para a referência a frutas com o das demais informações, e analisamos se o rótulo informa claramente se o produto contém ou não polpa e qual o seu percentual.

Além disso, os fabricantes foram questionados sobre a presença de frutas no produto (quando isso não estava claro no rótulo) e se assumiriam compromissos para melhorar a comunicação com o consumidor nas embalagens — seja informando o percentual de fruta, seja deixando claro que o alimento não a contém.
 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Bife de Aveia

Bife de Aveia (hamburguer)



Ingredientes
2 x de aveia em flocos (crua)
1 x de leite (desnatado)
1 x de farinha de rosca (pode ser de pão integral)
1 cebola (grande e picada)
2 ovos (batidos)
2 colh de azeite de oliva
salsinha, óregano, alecrim e manjericão
sal

Preparo
Amasse todos os ingredientes e forme bolinhas, depois aperte com a palma das mãos formando hamburguers. Leve para assar.

Suco de maracujá

O maracujá
 

O maracujá possui um formato arredondado e sua casca, na fase madura, apresenta-se na cor amarela.. Junto com a polpa, também de cor amarela, encontra-se uma grande quantidade de caroços (sementes).

Este fruto é fonte de vitaminas A, C e do complexo B. Além disso, apresenta boa quantidade de sais minerais (ferro, sódio, cálcio e fósforo).

O suco de maracujá é um excelente remédio caseiro para acalmar, pois possui propriedades sedativas que ajudam o indivíduo a relaxar. Para preparar este remédio caseiro são necessários os seguintes ingredientes: 2 maracujás grandes, 1 litro de água.

Para preparar este suco é muito simples, corte apenas a parte de cima do maracujá para evitar qualquer desperdício, retire a polpa da fruta com uma colher, coloque no liquidificador e bata no tempo de “pulsar”.
Após fazer isso, coe a polpa na peneira e volte a adicioná-la no liquidificador, só que dessa vez com o restante dos ingredientes. Bata bem e o suco está pronto para ser servido.

Esse remédio caseiro é excelente para quem sofre de estresse, ansiedade e tensão, além de ajudar a acalmar, o maracujá é uma fruta rica em vitaminas A, C e do complexo B, que dão a ele uma ação antioxidante que melhora o funcionamento do organismo.

Beba no máximo 2 copos de suco de maracujá diariamente, pois as propriedades sedativas da fruta podem baixar a pressão arterial.





Fonte: www.suapesquisa.com/frutas/maracuja.htm




 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Dica de Suco

suco de  morango feito com água de coco e hortelã





Ingredientes


200 ml de água de coco
200 g de morango
1 colher (sopa) de mel silvestre
5 folhas de hortelã
5 cubos de gelo, picados

Modo de preparo
Bata no liquidificador a água de coco, os morangos, o mel e a hortelã. Acrescente os cubos de gelo e bata mais um pouco.
Decore com morangos e hortelã.

*Receita cedida pela Taeq

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Dicas para Reduzir o Consumo de Sal



·        Realçar o sabor das receitas usando ervas e especiarias (cebola, cebolinha, coentro, pimentão), suco de limão ou vinho.
·        Eliminar o sal quando cozinhar o macarrão.
·        Usar margarina sem sal.
·        Preferir carnes grelhadas ou assadas, evitar milanesas ou carnes com molho.
·        Fazer uma mistura de vinagre e ervas, deixar curtir para ser usado à mesa.
·        Reduzir o consumo de alimentos processados (industrializados) procurando consumir mais alimentos naturais como frutas e verduras.